GRUPOS 1, 3 e 4 1o DIA Outubro / 2007
PROVAS OBJETIVAS DE BIOLOGIAE LÍNGUAESTRANGEIRA PROVAS DISCURSIVAS DE PORTUGUÊS E LITERATURA BRASILEIRA E DE REDAÇÃO
LEIAATENTAMENTEAS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 -Você recebeu do fiscal o seguinte material: a) este caderno, com o enunciado das 10 questões objetivas de BIOLOGIA, das 10 questões objetivas deLÍNGUA ESTRANGEIRA e das 5 questões discursivas de PORTUGUÊS e LITERATURA BRASILEIRA, sem repetição ou falha, e o tema da Redação; b) 1 Caderno de Respostas, contendo espaço para desenvolvimento das respostas às questões discursivas de PORTUGUÊS e LITERATURA BRASILEIRA, além de um CARTÃO-RESPOSTA, com seu nome e número de inscrição, destinado às respostas das questões objetivas formuladas nas provas de BIOLOGIA e LÍNGUA ESTRANGEIRA; c) 1 folha para o desenvolvimento da Redação, grampeada a um CARTÃO, com seu nome e número de inscrição. 02 -Verifique se este material está em ordem, se o seu nome e número de inscrição conferem com os que aparecem nos CARTÕES. Caso contrário, notifique IMEDIATAMENTE ao fiscal. 03 -Após a conferência, o candidato deverá assinar no espaço próprio de cada CARTÃO, preferivelmente a caneta esferográfica de tinta na cor preta. 04 -No CARTÃO-RESPOSTA, a marcação das letras correspondentes às respostas certas deve ser feita preenchendo todo o espaço do círculo, a lápis preto no 2 ou caneta esferográfica de tinta na cor preta, com um traço contínuo e denso. A LEITORA ÓTICA utilizada na leitura do CARTÃO-RESPOSTA é sensível a marcas escuras, portanto, preencha os campos de marcação completamente, sem deixar claros. Exemplo: A C D E 05 -Tenha muito cuidado com os CARTÕES, para não os DOBRAR, AMASSAR ou MANCHAR. Os mesmos SOMENTE poderão ser substituídos caso estejam danificados emsuas margens superiorese/ou inferioresBARRA DE RECONHECIMENTO PARA LEITURA ÓTICA. 06 -Para cada uma das questões objetivas são apresentadas 5 alternativas classificadas com as letras (A), (B), (C), (D) e (E); só uma responde adequadamente ao quesito proposto. Você só deve assinalar UMA RESPOSTA: a marcação em mais de uma alternativa anula a questão, MESMO QUE UMA DAS RESPOSTAS ESTEJA CORRETA. 07 -As questões são identificadas pelo número que se situa acima de seu enunciado. 08 -SERÁ ELIMINADO do Concurso Vestibular o candidato que: a) se utilizar, durante a realização das provas, de máquinas e/ou relógios de calcular, bem como de rádios gravadores, headphones, telefones celulares ou fontes de consulta de qualquer espécie; b)se ausentar da sala em que se realizam as provas levando consigo o Caderno de Questões e/ou o Caderno de Respostas (com o CARTÃO-RESPOSTA) e/ou a folha da Redação; c) não assinar a Lista de Presença e/ou os CARTÕES. 09 Reserve os 30 (trinta) minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA. Os rascunhos nos Cadernos de Questões, de Respostas e na folha da Redação NÃO SERÃO LEVADOS EM CONTA. 10 -Quando terminar, entregue ao fiscal o CADERNO DE QUESTÕES, O CADERNO DE RESPOSTAS (com oCARTÃO-RESPOSTA), A FOLHA DA REDAÇÃO (COM O CARTÃO) EASSINEA LISTA DE PRESENÇA. 11 -O TEMPO DISPONÍVEL PARA ESTAS PROVAS DE QUESTÕES OBJETIVAS E DISCURSIVAS E A REDAÇÃO É DE 4 (QUATRO) HORAS. BOAS PROVAS!

BIOLOGIA

1

Pelas suas características comuns, podem ser classificados no mesmo grupo taxonômico os seguintes animais:

(A)
Aranha, rato, cobra, ave.
(B)
Minhoca, lombriga, cobra, lagartixa.
(C)
Sapo, lagartixa, cobra, crocodilo.
(D)
Barata, escorpião, mosquito, mosca.
(E)
Corais, estrela-do-mar, mexilhão, holotúria.

2

A digestão de celulose nos ruminantes é realizada por bactérias presentes em um de seus estômagos. Essas bactérias por sua vez obtêm proteção e fonte de alimentação dentro do estômago dos ruminantes. Essa relação pode ser classificada

como:
(A) competição. (B) parasitismo.
(C) mutualismo. (D) sociedade.
(E) comensalismo.
3

Uma criança do sexo masculino, que acaba de nascer, tem como pai um indivíduo que apresenta hemofilia e é normal com relação ao daltonismo. Sua mãe é portadora do gen para o daltonismo, mas não para o gen da hemofilia. Quanto a essa criança, podemos afirmar que:

(A)
tem 50% de chance de ser daltônica.
(B)
tem 50% de chance de ser hemofílica.
(C)
tem 25% de chance de ser hemofílica.
(D)
tem 75% de chance de ser daltônica.
(E)
não tem chance de ser daltônica.

4

A dengue continua sendo um problema de saúde pública para o Estado do Rio de Janeiro. Assim, conhecendo-se o causador da dengue e seu vetor, podemos usar como medidas profiláticas a:

(A)
vacinação em massa da população contra a bactéria causadora dessa doença.
(B)
exterminação de ratos vetores do vírus causador dessa doença.
(C)
eliminação dos insetos vetores da bactéria causadora dessa doença.
(D)
eliminação dos insetos vetores do vírus causador dessa doença.
(E)
distribuição de antibióticos contra a bactéria causadora dessa doença.

5

Em relação aos indivíduos do reino vegetal, pode-se afirmar que os(as):

(A)
briófitas não dependem diretamente da água para sua reprodução.
(B)
fungos são vegetais aclorofilados.
(C)
flores dos pteridófitas são frutos modificados.
(D)
gimnospermas possuem flores e frutos verdadeiros.
(E)
frutos dos angiospermas se originam a partir do desenvolvimento do ovário.

6

A produção de álcool combustível a partir do açúcar da cana está diretamente relacionada a qual dos processos metabólicos de microrganismos abaixo relacionados?

(A) Respiração. (B) Fermentação.
(C) Digestão. (D) Fixação de N2.
(E) Quimiossíntese.
7

Uma das estratégias que pode permitir a existência de biodiversidade é o aumento da variabilidade gênica, que pode se dar em função de um dos seguintes processos:

(A)
reprodução assexuada.
(B)
aumento de emigração.
(C)
inibição de mutações.
(D)
reprodução sexuada.
(E)
cruzamentos consangüíneos.

8

O tecido epitelial tem como função fazer o revestimento de to-dos os órgãos do corpo. Neste sentido, pode-se afirmar que:

(A)
é ricamente vascularizado.
(B)
suas células são anucleadas.
(C)
suas células encontram-se justapostas.
(D)
apresenta junções celulares como as sinapses.
(E)
possui grande quantidade de substância intercelular.

9

Uma pessoa com diarréia apresenta uma perda de água e sais minerais pelas fezes líquidas eliminadas pela não reabsorção dessas substâncias. A água e os sais podem ser repostos via oral através da ingestão, por exemplo, de soro caseiro. Essa reabsorção é feita pelo seguinte órgão do sistema digestório:

(A)
boca. (B) intestino grosso.
(C)
fígado. (D) intestino delgado.
(E)
pâncreas.
10 A FIFA (Fédération Internationale de Football Association) proibiu a realização de jogos de futebol em altitudes acima de 2.500 metros, com o argumento de que os jogadores que vivem em altitudes mais baixas têm menor chance de apresentar um desempenho bom quando jogam em maiores altitudes. A preocupação está vinculada, principalmente, aos problemas respiratórios sistêmicos que as populações que não vivem nestas altitudes podem apresentar. O motivo que justifica essa decisão da FIFA é que, em altas altitudes, a pressão do ar é:
(A)
maior, o ar é menos rarefeito e a dificuldade de respirar maior.
(B)
maior, o ar é mais rarefeito e a dificuldade de respirar é maior.
(C)
igual à do nível do mar, o ar é mais rarefeito e a dificuldade de respirar maior.
(D)
menor, o ar é menos rarefeito e a dificuldade de respirar menor.
(E)
menor, o ar é mais rarefeito e a dificuldade de respiração é maior.

LÍNGUA ESTRANGEIRA / INGLÊS

YOUNG KEEP IT SIMPLE IN HIGH-TECH WORLD

LONDON (Reuters) - While young people embrace the Web with real or virtual friends and their cell phone is never far away, relatively few like technology and those that do tend to be in Brazil, India and China, according to

5 a survey.

Only a handful think of technology as a concept, and just 16 percent use terms like “social networking,” said two combined surveys covering 8- to 24-year-olds published on July 24 by Microsoft and Viacom units MTV

10 Networks and Nickelodeon.

“Young people don’t see ‘tech’ as a separate entity – it’s an organic part of their lives,” said Andrew Davidson, vice president of MTV’s VBS International Insight unit. “Talking to them about the role of technology in their lifestyle 15 would be like talking to kids in the 1980s about the role the park swing or the telephone played in their social lives

it’s invisible.” The surveys involved 18,000 young people in 16 countries including the UK, U.S., China, Japan, Canada 20 and Mexico.

Terms most frequently used by the young when talking about technology related to accessing content for free, notably “download” and “burn”.

The surveyors found the average Chinese computer

25 user has 37 online friends they have never met, Indian youth are most likely to see cell phones as a status symbol, while one-in-three UK and U.S. teenagers say they cannot live without games consoles. “The way each technology is adopted and adapted throughout the world

30 depends as much on local cultural and social factors as on the technology itself,” said Davidson. For example, the key digital device for Japan’s young is the cell phone because of the privacy and portability it offers those who live in small homes with limited privacy. According to the

35 survey, Japanese children aged eight to 14 have only one online friend they have not met, compared to a global average of five. Some 93 percent of Chinese computer users aged 8-14 have more than one friend online they have never met. In Davidson’s view this was encouraging

40 those aged 8-14 in China to select online over television – a trend not seen in any other market in that age group. The changes in how the youth market engages with technology are keenly followed by advertisers and content firms. “Traditional youth marketing considered opinion

45 formers and influencers to be a small elite, but these days the elite has become much larger,” said the VBS’s vice president. For parents worried about what their children are getting up to amid the wave of gadgets, little has changed in a

50 generation. The surveyors found the most popular activities the under-14s enjoy were watching TV, listening to music and being with friends. The rankings for those older was similar although listening to music was top.

http://www.reuters.com/article/technologyNews/ idUSL236796320070724 July 24, 2007

11

The purpose of this article is to:

(A)
criticize the excessive use of technology by modern teenagers worldwide.
(B)
report on the results of recent studies on the use of technology by the youth.
(C)
analyze the role of technology in promoting practices of social networking.
(D)
advertise the launching of a new generation of gadgets designed to attract the young.
(E)
justify why so few adolescents enjoy using technological devices in their daily routines.

12

The sentence “Young people don’t see ‘tech’ as a separate entity – it’s an organic part of their lives,” (lines 11-12) means that:

(A)
teens are so used to technology that they refuse to discuss it.
(B)
youngsters seem to ignore the role of technology in their lives.
(C)
technological advances appear to be something alien to teens.
(D)
technology is so natural for teenagers that they don’t even notice it.
(E)
modern youth’s social life depends on high-tech gadgets such as cell phones.
13 Check the only option in which the underlined pronoun DOES NOT refer to the words “young people”.
(A)
“relatively few like technology and those that do tend to be in Brazil, India and China,” (lines 3-4).
(B)
“it’s an organic part of their lives,” (line 12).
(C)
“Talking to them about…” (line 14).
(D)
“… the role of technology in their lifestyle…” (line 14).
(E)
“…the role the park swing or the telephone played in their social lives” (lines 15-16).

14

“...accessing content for free” (line 22) means to:

(A)
create it freely.
(B)
retrieve it illegally.
(C)
obtain it without charge.
(D)
make it available for a fee.
(E)
require permission to copy it.

15

Mark the only correct statement about the surveys mentioned in the sixth paragraph.

(A)
Chinese kids aged 8-14 seem to enjoy communicating with online friends better than watching TV shows.
(B)
One third of British and American adolescents are unhappy because they don’t have consoles to play games.
(C)
In Japan, 8- to 14-year-olds have as many unknown online friends as kids their age in other parts of the world.
(D)
Cell phones are considered a key symbol of status by Indian and Japanese teenagers, who generally live in small homes.
(E)
A few Chinese pre-teens and teens who are fond of computers have at least one friend online they have never seen face to face.

16

Check the sentence in which “while” has the same meaning as in “While young people embrace the Web … according to a survey.” (lines 1-5).

(A)
Where have you been all this while?
(B)
I knew all the while I had nothing to fear.
(C)
While I understand what you say, I can’t agree with you.
(D)
Most of the good students got a job while still at the university.
(E)
Roses grow in profusion in her garden, while carnations are less common.

17

Mark the correct statement concerning vocabulary.

(A)
“A handful” (line 6) means “a lot”.
(B)
“Surveyors” (line 24) and “researchers” are antonyms.
(C)
“Trend” (line 41) does not mean the same as “tendency”.
(D)
“Keenly” (line 43) and “anxiously” are synonymous.
(E)
“Worried about” (line 48) and “concerned with” have opposite meanings.
18 Check the item in which the boldfaced word or phrase introduces a reason.
(A)
“Talking to them about the role of technology in their lifestyle would be like talking to kids in the 1980s…” (lines 14-15)
(B)
For example, the key digital device for Japan’s young is the cell phone…” (lines 31-32)
(C)
“…because of the privacy and portability it offers those who live in small homes with limited privacy.” (lines 33-34)
(D)
For parents worried about what their children are getting up to...” (lines 48-49)
(E)
“The rankings for those older was similar although listening to music was top.” (lines 52-53)

19

According to the last paragraph, the most popular activity for teens from 14 up is:

(A)
watching TV.
(B)
being with friends.
(C)
listening to music.
(D)
playing with gadgets.
(E)
chatting with online mates.

20

The text as a whole is:

(A)
objective and informative.
(B)
hopeful and enthusiastic.
(C)
descriptive and pessimistic.
(D)
persuasive and alarming.
(E)
argumentative and critical.

LÍNGUA ESTRANGEIRA / FRANCÊS

Krach boursier à cause d’une fleur

Nous sommes en 1552, à Istanbul, capitale de I’Empire turc. L’ambassadeur d’Allemagne, qui vient de rendre vi-site au sultan Soliman le Magnifique, aperçoit dans les jardins du palais de Topkapi des fleurs magnifiques,

5 inconnues en Europe.

Ce sont les tulipes. Aussitôt, il veut en acheter mais le conseiller du sultan qui l’accompagne lui répond que ce sont des fleurs très rares et qu’elles ne sont pas à vendre. L’ambassadeur insiste et finit par obtenir à prix

10 d’or quelques bulbes de la fameuse fleur. Revenu dans son pays, l’ambassadeur plante les bulbes dans son jardin et, l’année suivante, une vingtaine de tulipes font l’admiration de ses visiteurs. La réputation de cette fleur nouvelle et extraordinaire s’étend bientôt à

15 tout le pays. Puis elle dépasse les frontières et arrive en Hollande où la fleur, qui s’acclimate bien, devient un véritable phénomène de société. Pendant ce temps, un commerce qui ressemble à celui d’un produit précieux s’est établi entre la Turquie et

20 l’Europe. Les Turcs vendent les bulbes en petites quantités et à des prix très élevés. Mais les commerçants européens savent que chez eux la demande est énorme et que, par snobisme, des aristrocates et des bourgeois sont près à acheter à n’importe quel prix ces bulbes précieux.

25 Vers 1600, la tulipe a conquis presque tout le grand marché européen et toutes les classes sociales. La tulipe est maintenant cotée à la Bourse de Haarlem (Hollande).Un bulbe rare peut se vendre au prix d’un appartement. Certains spéculent sur la tulipe comme on

30 le fait aujourd’hui sur l’or ou sur le dollar. Des fortunes énormes peuvent se faire en quelques mois… Un seul pays est resté à l’écart du phénomène. C’est l’Angleterre. Les commerçants décident alors de faire une grande opération publicitaire pour conquérir ce marché.

35 Mais, surprise et déception, lesAnglais restent indifférents. L’opération est un échec total. Dès que la nouvelle est connue à Haarlem, quelques spéculateurs revendent leurs actions. Aussitôt, c’est l’affolement général. Tout le monde se précipite pour vendre.

40 Des commerçants sont ruinés. C’est le premier grand krach boursier de l’histoire de l’Europe. D’après Panorama II (CLE International)

11

L’expression “qui vient de rendre visite au sultan...” (lignes 2-3) indique que l’ambassadeur...

(A)
est venu pour voir le sultan.
(B)
va bientôt le voir.
(C)
veut le voir.
(D)
l’a déjà vu.
(E)
est avec lui.

12

Le pronom en, dans l’expression “il veut en acheter” (ligne 6) remplace l’antécédent…

(A)
un palais.
(B)
les jardins.
(C)
des tulipes.
(D)
la fleur.
(E)
les bulbes.

13

Dans la phrase “...le conseiller du sultan qui l’accompagne lui répond...” (ligne 7), les trois pronoms soulignés remplacent respectivement…

(A)
le conseiller/au sultan/l’ambassadeur.
(B)
le conseiller/l’ambassadeur/à l’ambassadeur.
(C)
le sultan/l’ambassadeur/au conseiller.
(D)
l’ambassadeur/le sultan/au sultan.
(E)
le conseiller/le sultan/à l’ambassadeur.

14

Marquez l’option qui mieux résume le contenu du troisième paragraphe.

(A)
Le jardin de l’ambassadeur.
(B)
L’admiration des visiteurs.
(C)
La fleur extraordinaire.
(D)
L’acclimatation de la fleur.
(E)
Le succès de la fleur en Europe.

15

La phrase “Mais les commerçants européens savent que chez eux la demande est énorme...” (lignes 21-22), veut dire qu(e)’...
(A)
on admire beaucoup les jardins avec des tulipes.
(B)
en Europe il y a beaucoup de consommateurs pour cette fleur.
(C)
dans les maisons européennes il y a quelquefois des tulipes.
(D)
les femmes des commerçants demandent des fleurs aux maris.
(E)
les commerçants demandent aux Turcs de baisser les prix des bulbes.

16

D’après le texte,vers 1600...

(A)
seulement les aristocrates achètent des tulipes.
(B)
les moins riches préfèrent les fleurs moins chères.
(C)
toutes les classes sociales achètent des tulipes.
(D)
ce sont les snobs qui achètent cette fleur.
(E)
les bourgeois achètent les bulbes selon leur prix.

17

La Bourse de Haarlem...

(A)
établit un prix pour la tulipe.
(B)
spécule sur la tulipe.
(C)
échange des tulipes contre des appartements.
(D)
cache les tulipes pour augmenter les prix.
(E)
interdit la spéculation sur la fleur.

18

Les Anglais…

(A)
préfèrent les roses aux tulipes.
(B)
détestent les fleurs.
(C)
n’aiment pas spéculer.
(D)
ne s’intéressent pas beaucoup aux tulipes.
(E)
veulent être les seuls à avoir des tulipes.

19

Dans la phrase “L’opération est un échec total.” (ligne 36), le mot souligné signifie …

(A)
une comédie.
(B)
une réussite
(C)
une victoire.
(D)
un insuccès.
(E)
un mensonge.

20

Des phrases ci-dessous, cochez la seule qui exprime une idée qui N’EST PAS contenue dans le dernier paragraphe.

(A)
Une nouvelle catastrophique.
(B)
Un marché troublé.
(C)
La formation rapide des fortunes.
(D)
La défaite des commerçants.
(E)
La débâcle financière.

)

CONTINUA

LÍNGUAESTRANGEIRA / ESPANHOL

Lea y conteste según lo que dice el texto.

Proponen un proyecto de ley que ofrece beneficios sociales para las amas de casa

1§ El proyecto, presentado por la senadora Martha Lucía Ramírez, busca crear una compensación pensional de un año para las mujeres que se retiren para cuidar a sus hijos recién nacidos. Este aporte correría por cuenta del Estado, que tendría que desembolsar estos recursos del Fondo de Solidaridad Pensional. Eso sí, tendría algunos límites: el aporte sólo se podría recibir por dos hijos, que los menores no sean entregados en adopción y que estos sobrevivan al menos hasta los 5 años. 2§ Las amas de casa que podrían beneficiarse con esta norma pertenecerían a los estratos 1 y 2, aunque la senadora Ramírez dice que estaría dispuesta a luchar por las del estrato

3. “Si bien todas las mujeres deberían tener acceso a la bonificación por cada hijo propuesta en este proyecto, las limitaciones presupuestales hacen restringir el beneficio a aquellas cuya condición económica es más precaria”, dice la legisladora. 3§ Otra reivindicación del proyecto es que a partir de su aprobación, los hombres que logren su pensión de jubilación tendrían que compartir su mesada con su compañera permanente, si estos deciden liquidar la sociedad conyugal. La medida busca acabar con los casos en los que las amas de casa ven cómo sus esposos pensionados deciden irse con otra mujer, que termina siendo la beneficiaria de la pensión de sustitución. Para compartir la pensión, deberán demostrar que tuvieron una convivencia de 10 años con sus esposos. 4§ No es un secreto que el mercado ha sido injusto con las mujeres: perciben menores salarios y los índices de desempleo son mayores en sus casos. Estos dos factores, dice la senadora Ramírez, no permiten que ellas tengan una vejez digna. Para tratar de cambiar este escenario, el proyecto establece la posibilidad de que los esposos o hijos, puedan hacer aportes a una cuenta de ahorro pensional, que les permita a las amas de casa tener una mesada en el futuro. La discusión en este punto es si esta disposición debe ser voluntaria u obligatoria. Lo importante, por ahora, es que se empezará a debatir una ley que busca hacer justicia con las mujeres que decidieron quedarse en casa. 5§ El proyecto de la senadora Martha Lucía Ramírez contempla otras normas que beneficiarían a las mujeres que deban cuidar a sus hijos: cuando tengan un parto prematuro, las madres podrán gozar de una extensión de la licencia de maternidad. En la actualidad, dicha licencia es de 12 semanas. Si la madre pierde la vida en el parto y su hijo sobrevive, la licencia de maternidad será transferida al padre, para que pueda cuidar al menor durante 3 meses. Cuando el menor presente problemas de salud durante su primer año de vida, la madre podrá solicitar una licencia no remunerada durante 365 días, sin que se vea afectada su situación laboral.

11

El proyecto presentado por la senadora Ramírez busca:

(A)
detener los altos niveles de abandono de niños en lugares de adopción.
(B)
vigorizar el sistema estatal de pensiones.
(C)
dar ayuda económica a un sector de la sociedad.
(D)
promover el control de natalidad.
(E)
disminuir la presencia femenina en el mercado laboral.

12

El proyecto está destinado a:

(A)
las mujeres de clase baja.
(B)
las mujeres que pertenecen al estrato 1, 2 y 3.
(C)
las amas de casa en general.
(D)
hombres y mujeres.
(E)
los dos primeros hijos de las amas de casa.

13

El 3o párrafo habla acerca de otra reivindicación del proyecto que toca temas importantes, a EXCEPCION de:

(A)
la pensión jubilatoria de los jefes de familia.
(B)
la dificultad de los matrimonios para sobrellevar diez años de convivencia.
(C)
la desprotección económica de las mujeres en caso de separación.
(D)
la necesidad de una división de la pensión del hombre con la mujer permanente.
(E)
la exigencia de pruebas que confirmen el estatus de cónyuge permanente.
14 Según lo que dice el 4o párrafo, los dos factores que NO permiten a la mujer tener una vejez digna son:
(A)
ganan menos que los hombres y trabajan más.
(B)
estudian más y ganan menos que los hombres.
(C)
tienen menos posibilidades de trabajar y de estudiar.
(D)
tienen menos ofertas de empleo y ganan menos.
(E)
tienen menos ofertas de empleo y más responsabilidades.

15

En el 4o párrafo el texto dice: “No es un secreto que el mercado ha sido injusto con las mujeres”. Esto ubica la acción del mercado en un plano temporal:

(A)
pasado terminado.
(B)
presente.
(C)
presente y futuro.
(D)
futuro.
(E)
pasado próximo y presente.

16

En el 4o párrafo, el pronombre de objeto indireto subrayado en el fragmento “...que les permita...” se refiere a:

(A)
los hijos.
(B)
las mujeres.
(C)
los esposos.
(D)
los esposos y los hijos.
(E)
los esposos, los hijos y las mujeres.

17

En el 4o párrafo leemos que “esta disposición debe ser voluntaria u obligatoria”. Este conector tiene la misma función que:

(A)
o
(B)
y
(C)
e
(D)
si
(E)
ni

18

Al final del 4o párrafo aparece la siguiente frase: “las mujeres que decidieron quedarse en casa”. Marca la otra forma correcta de decir lo mismo.

(A)
Las mujeres que decidieron se quedar en casa.
(B)
Las mujeres que decidiéronse quedar en casa.
(C)
Las mujeres que decidieron quedar en casa.
(D)
Las mujeres se que decidieron quedar en casa.
(E)
Las mujeres que se decidieron quedar en casa.

19

En el último párrafo el tema de interés gira en torno a:

(A)
las enfermedades del niño.
(B)
los partos prematuros.
(C)
la licencia de maternidad.
(D)
el papel del padre en la crianza del niño.
(E)
los riesgos del parto.

20

La intención del texto es:

(A)
criticar el proyecto.
(B)
argumentar a favor del proyecto.
(C)
dar la palabra a la senadora.
(D)
informar sobre el proyecto.
(E)
alertar a las mujeres.

)

CONTINUA

PROVADISCURSIVA PORTUGUÊS E LITERATURA BRASILEIRA

Texto 1

CIDADE SEM CARROS É POSSÍVEL, GARANTE URBANISTA Metrópole projetada para até 3 milhões de pessoas seria movida por transporte público

Imagine a vida em uma metrópole livre do barulho, da poluição e de todas as dificuldades de se mover por ruas dominadas por carros, ônibus e caminhões. Todas as necessidades básicas, de supermercados a farmácias, estariam a cinco minutos a pé da porta de sua casa. A viagem para o trabalho seria feita em um serviço de transporte público barato, rápido, seguro e confortável e duraria no máximo 35 minutos. Essa é parte da visão de futuro descrita pelo sociólogo e

5 urbanista holandês J.H. Crawford em seu site Carfree cities (‘cidades livres de carros’ em inglês).

A proposta de Crawford é simples, porém ousada: banir o uso de automóveis em áreas urbanas e (re)construir cidades em função disso. “As nações industrializadas cometeram um terrível erro ao adotar o carro como principal meio de locomoção nos meios urbanos”, disse Crawford à Ciência Hoje On-line. “O automóvel trouxe para as cidades sérios problemas ambientais, sociais e estéticos.”

10 Crawford projetou uma cidade modelo sem carros, constituída por 100 bairros circulares, com ruas estreitas que se dirigem para a via central de transporte.

Os bairros da cidade sem carros são dispostos na forma de um trevo de 6 folhas. Os bairros mais distantes do centro, nãoresidenciais, são reservados para indústrias pesadas e estacionamentos.

Com base no contorno da cidade, o transporte principal seria o metrô, que teria apenas três linhas, cada uma com início em três das seis ‘folhas’, passagem pelo centro e final nas outras três. O metrô funcionaria 24 horas por dia, com intervalos de somente quatro minutos entre os trens. Dois pontos da cidade estariam assim separados por no máximo 35 15 minutos. Entre os bairros, as viagens de curta distância poderiam ser feitas a pé (durariam não mais que 10 minutos) ou de bicicleta (cinco minutos). No caso de emergências médicas, policiais e de incêndio, o uso de veículos poderia ser cogitado. O comércio e indústrias leves poderiam ser fixados em áreas residenciais, como nas cidades convencionais, e as ruas deveriam estar sempre guardadas pela polícia. “Isso ajudaria a reduzir a ocorrência de crimes, pois quase todas as regiões da cidade estariam ocupadas durante todo o dia”, afirma Crawford. Pequenas praças na interseção da maioria das

20 ruas, somadas a um ideal de 80% de áreas verdes em toda a cidade, criariam um clima de boa vizinhança. “Como as pessoas teriam mais contato umas com as outras, elas conversariam mais e deixariam o individualismo de lado”, diz o urbanista. Texto adaptado de Ciência Hoje On-line, 4/05/2004.

Questão no 1 (valor: 2,0 pontos)

a) Com base na leitura do Texto 1, continue o período abaixo enumerando mais DUAS vantagens do projeto urbanístico de J. H.Crawford. Utilize a mesma estrutura sintática do item já enumerado.

O projeto urbanístico de J. H. Crawford teria, entre outras, as seguintes vantagens: facilitaria o deslocamento dos cidadãos entre os bairros, ...

b) Considerando o teor do Texto 1, justifique o predomínio do emprego de verbos no futuro do pretérito do indicativo.

Texto 2

A primeira vez que vim ao Rio de Janeiro foi em 1855.

Poucos dias depois da minha chegada, um amigo e companheiro de infância, o Dr. Sá, levou-me à festa da Glória; uma das poucas festas populares da corte. Conforme o costume, a grande romaria desfilando pela Rua da Lapa e ao longo do cais serpejava nas faldas do outeiro e apinhava-se em torno da poética ermida, cujo âmbito regurgitava com a

5 multidão do povo.

Era ave-maria quando chegamos ao adro; perdida a esperança de romper a mole de gente que murava cada uma das portas da igreja, nos resignamos a gozar da fresca viração que vinha do mar, contemplando o delicioso panorama da baía e admirando ou criticando as devotas que também tinham chegado tarde e pareciam satisfeitas com a exibição de seus adornos.

10 Enquanto Sá era disputado pelos numerosos amigos e conhecidos, gozava eu da minha tranqüila e independente obscuridade, sentado comodamente sobre a pequena muralha e resolvido a estabelecer ali o meu observatório. Para um provinciano recém-chegado à corte, que melhor festa do que ver passar-lhe pelos olhos, à doce luz da tarde, uma parte da população desta grande cidade, com os seus vários matizes e infinitas gradações? Todas as raças, desde o caucasiano sem mescla até o africano puro; todas as posições, desde as ilustrações da

15 política, da fortuna ou do talento, até o proletário humilde e desconhecido; todas as profissões, desde o banqueiro até o mendigo; finalmente, todos os tipos grotescos da sociedade brasileira, desde a arrogante nulidade até a vil lisonja, desfilaram em face de mim, roçando a seda e a casimira pela baeta ou pelo algodão, misturando os perfumes delicados às impuras exalações, o fumo aromático do havana às acres baforadas do cigarro de palha.

ALENCAR, José de. Lucíola. São Paulo: Editora Ática, 1988, p. 12.

Texto 3

Quando a manhã chuvosa nasceu, as pessoas que passavam para o trabalho se aproximavam dos corpos para ver se eram conhecidos, seguiam em frente. Lá pelas nove horas, Cabeça de Nós Todo, que entrara de serviço às setee trinta, foi ver o corpo do ladrão. Ao retirar o lençol de cima do cadáver, concluiu: “É bandido”. O defunto tinha duas tatuagens, a do braço esquerdo era uma mulher de pernas abertas e olhos fechados, a do direito, são Jorge guerreiro.

5 E, ainda, calçava chinelo Charlote, vestia calça boquinha, camiseta de linha colorida confeccionada por presidiários. Porém, quando apontou na extremidade direita da praça da Quadra Quinze, em seu coração de policial, nos passos que lhe apresentavam a imagem do corpo de Francisco, um nervosismo brando foi num crescente ininterrupto até virar desespero absoluto. O presunto era de um trabalhador.

LINS, Paulo. Cidade de Deus. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, p. 55-56.

Questão no 2 (valor: 2,0 pontos)

a) O romance “Lucíola”, publicado em 1862, é considerado uma das mais importantes obras de José de Alencar. Cite TRÊS aspectos que marcam o estilo de época a que se filia o autor, tendo como referência o fragmento selecionado.

b) Os Textos 2 e 3 são narrativas urbanas que têm como cenário o Rio de Janeiro. Compare os trechos dos dois romances acima transcritos, estabelecendo diferenças em relação à percepção da cidade e suas personagens e à linguagem utilizada pelos respectivos autores.

Questão no 3 (valor: 2,0 pontos)

a) Reescreva o período abaixo pontuando-o corretamente. É fato conhecido por muitos que Paulo Lins escritor carioca viveu na Cidade de Deus onde se desenrola a trama de seu famoso livro.

b) Construa períodos compostos por subordinação transformando as orações sublinhadas em subordinadas adjetivas. Respeite o início indicado. Veja o exemplo: Aquela devota chegou tarde. A devota não conseguiu entrar na igreja. Resposta: A devota que chegou tarde não conseguiu entrar na igreja.

(i)
Estava sentado sobre uma pequena muralha. Converti a pequena muralha em meu observatório. Converti ...
(ii)
A morte daquele homem mobilizou a comunidade.Aquele homem era um trabalhador honesto. Aquele homem ...
Questão no 4 (valor: 2,0 pontos)

a) No último parágrafo do Texto 2, Alencar contrasta a seda e o algodão, o havana e o cigarro de palha. Explique a natureza desse contraste explicitando conotações associáveis a tais expressões substantivas.

b) Reproduzimos abaixo um outro fragmento do livro Lucíola, de José de Alencar (um diálogo entre os personagens Paulo e Sá).

Quem é esta senhora? perguntei a Sá. [...]
Não é uma senhora, Paulo! É uma mulher bonita. Queres conhecê-la ?

Transforme em discurso indireto a frase sublinhada nesse diálogo, dando continuidade à seguinte estrutura: Paulo perguntou a Sá quem era aquela senhora. Este respondeu-lhe que ...

Texto 4

Coração numeroso

Foi no Rio. Eu passeava na Avenida quase meia-noite. Bicos de seio batiam nos bicos de luz estrelas inumeráveis. Havia a promessa do mar e bondes tilintavam, abafando o calor que soprava no vento e o vento vinha de Minas.

Meus paralíticos sonhos desgosto de viver (a vida para mim é vontade de morrer) faziam de mim homem-realejo imperturbavelmente na Galeria Cruzeiro quente quente e como não conhecia ninguém a não ser o doce vento mineiro, nenhuma vontade de beber, eu disse: Acabemos com isso.

Mas tremia na cidade uma fascinação casas compridas autos abertos correndo caminho do mar voluptuosidade errante do calor mil presentes da vida aos homens indiferentes, que meu coração bateu forte, meus olhos inúteis choraram.

O mar batia em meu peito, já não batia no cais. A rua acabou, quede as árvores? a cidade sou eu a cidade sou eu sou eu a cidade

meu amor.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Reunião. Rio de Janeiro: José Olympio, 1973, p. 15-16.

Questão no 5 (valor: 2,0 pontos)

a) O poema de Carlos Drummond de Andrade nos mostra a relação entre a cidade e o eu poético por meio de uma perspectiva intimista e confessional. A partir dessa constatação, determine o gênero literário predominante no Texto 4, transcrevendo exemplos que justifiquem a sua resposta.

b) Contraste a primeira e a última estrofe do poema no que diz respeito à relação entre o eu poético e a cidade.

REDAÇÃO

Queremos propor uma reflexão sobre a vida em grandes cidades e qualidade de vida.

Com esse objetivo, selecionamos alguns textos nos quais são apresentados características e comportamentos dos espaços urbanos.

Leia-os com atenção e procure confrontar sua percepção e experiência com o que dizem os textos.

Com base na reflexão feita, produza um artigo de opinião a ser publicado num jornal de circulação interna da Universidade. Seu artigo deve tratar do tema: Como viver nas grandes cidades e cuidar da qualidade de vida. Desenvolva suas idéias de forma clara, coerente e com argumentação bem fundamentada num texto de, aproximadamente, 25 linhas. Não se esqueça de dar um título adequado. Recomenda-se que os trechos escolhidos sirvam apenas de auxílio à reflexão e não sejam copiados. Serão valorizadas, portanto, a pertinência e a originalidade de seus argumentos.