Estas provas deverão ser respondidas por todos os candidatos.
Para a realização destas provas, você recebeu este Caderno de Questões e uma Folha de Respostas. NÃO AMASSE, NÃO DOBRE, NÃO SUJE, NÃO RASURE A FOLHA DE RESPOSTAS, pois ela irá diretamente para a leitura ótica.
1. Caderno de Questões
Objetiva de proposições múltiplas – questão contendo 5, 6 ou 7 proposições, indicadas pelos números 01, 02, 04, 08, 16, 32 e 64. Para responder a esse tipo de questão, você deve
A não-inclusão de uma proposição na soma significa considerá-la falsa. A identificação de uma proposição verdadeira como falsa ou de uma proposição falsa como verdadeira será considerada erro, descontando-se, então:
2. Folha de Respostas
Essa Folha de Respostas é pré-identificada, isto é, destinada exclusivamente a um determinado candidato. Por isso, não pode ser substituída, a não ser em situação excepcional, com autorização expressa da Coordenação dos trabalhos. Confira os dados registrados no cabeçalho e assine-o com caneta esferográfica de TINTA PRETA ou AZUL-ESCURA, sem ultrapassar o espaço reservado para esse fim.
INSTRUÇÃO: Assinale as proposições verdadeiras, some os números a elas associados e marque o resultado na Folha de Respostas.
Uma pessoa contraiu um empréstimo no valor de R$1000,00 para ser quitado, no prazo de dois meses, com pagamento de R$1300,00.
Com base nessa informação, é correto afirmar:
Considerando-se a função f: R → ] b, +∞ [ dada por f(x) = cax + b, com a,b,c ∈ R,c > 0e 0 < a ≠ 1, é correto afirmar:
a
⎛⎜⎝
x − b
⎞⎟.⎠
Uma caixa contém quatro varetas azuis, medindo 1cm, 3cm, 4cm e 7cm, e três varetas verdes, medindo 2cm, 3cm e 4cm.
Com relação às varetas da caixa, é correto afirmar:
2
5
que 4cm é igual a . 7
(08) Escolhendo-se, ao acaso, duas varetas, sem reposição, a probabilidade de serem da mesma
3
cor é igual a . 7
⎛⎜⎝
0 −
Considerando-se a matriz M = k
, sendo k um número real, é correto afirmar:
10
1
(01) M é uma matriz simétrica, para qualquer k.
-1 1
⎞⎟⎠
⎛⎜⎝
⎞⎟⎠
01 (02) M é uma matriz inversível se e somente se k ≠ 0 e, nesse caso, M
=
. − 10
k
⎛⎜⎝
⎛⎜⎝ ⎞⎟⎠
⎞⎟⎠
b
x
a
=− a
M
tem uma única solução x
=
=
, y .
b k k
y
Sendo r a reta no plano cartesiano representada pela equação 2x + 3y = 5, é correto afirmar:
⎧⎨⎩
5
2
⎫⎬⎭
, existe uma única circunferência com centro (c, 0) que é tangente
à reta r.
(08) O triângulo cujos vértices são a origem e os pontos de interseção da reta r com os eixos 25
coordenados tem área igual a unidades de área. 12
⎛⎜⎝
5
⎞⎟⎠
(16) A imagem da reta r pela rotação de ângulo de 60º, em torno do ponto
,0
, no
2
sentido anti-horário, coincide com o eixo das abscissas.
(32) Dado um ponto (a, b) ∉ r, existem infinitas circunferências de centro (a, b) que interceptam r.
Considerando-se um cubo com centro em um ponto P, é correto afirmar:
Considerando-se uma seqüência de números reais a, a, a, ... , a, ... , com a= 72 e
12 3 n13
a15 =18, é correto afirmar:
| (04) Se a seqüência é | uma | progressão aritmética, então | a | soma | dos 15 primeiros termos é |
| igual a 3105. | |||||
| a120 | |||||
.
121
2
(16) Se a seqüência é uma progressão geométrica, então a seqüência log |a1|, log |a2|, log |a3|,...,log |an|, ..., é uma progressão aritmética.
a 30 387
(32) Se a seqüência satisfaz a fórmula de recorrência a = n + , então = .
n+1 a12
34 2
Sendo a média aritmética de três números inteiros positivos distintos igual a 60, pode-se afirmar:
INSTRUÇÃO: Efetue os cálculos necessários e marque o resultado na Folha de Respostas.
Em um terreno plano horizontal, está fixado um mastro vertical com 13,5 metros de altura. Do topo do mastro, é lançado um projétil, descrevendo uma trajetória de modo que sua altura, em relação ao terreno, é uma função quadrática de sua distância à reta que contém o mastro. O projétil alcança a altura de 16 metros, quando essa distância é de 3 metros, e atinge o solo, quando a distância é de 27 metros. Determine, em metros, a altura máxima alcançada pelo projétil.
Questão 10
A figura representa a circunferência com centro no ponto O e diâmetro AC medindo 168cm. Sabendo que o ângulo BÔC mede 60º, determine a medida, em centímetros, do raio da circunferência de centro P∈AC que tangencia
o segmento AB e passa pelo ponto O.
INSTRUÇÃO: Assinale as proposições verdadeiras, some os números a elas associados e marque o resultado na Folha de Respostas.
Não resta dúvida que grande parte dos padrões culturais de um dado sistema não foram criados por um processo autóctone, foram copiados de outros sistemas culturais. A esses empréstimos culturais a antropologia denomina difusão. Os antropólogos estão convencidos de que, sem a difusão, não seria possível o grande desenvolvimento atual da humanidade. [...] (LARAIA, 1999, p. 109).
Considerando-se as informações do texto e os conhecimentos sobre o processo de difusão cultural na história da humanidade, pode-se afirmar:
O Iluminismo — também conhecido como Ilustração e Época das Luzes — foi um movimento intelectual cuja maior expressão se deu na França do século
XVIII. Isto se explica pelo cosmopolitismo da cultura francesa e pelo aumento das contradições do Antigo Regime naquele país. A não ser Montesquieu, que era aristocrata, o movimento se expressou através do pensamento de filósofos burgueses, cujas críticas às instituições existentes prepararam o caminho à onda revolucionária que destruiu o Antigo Regime. “Os Filósofos se erigiram como preceptores do gênero humano. Liberdade de pensar, eis seu brado, e este brado se propagou de uma extremidade a outra do mundo. Com uma das mãos, tentaram abalar o Trono; com a outra, quiseram derrubar os Altares. Sua finalidade era modificar nas consciências as instituições civis e religiosas e, por assim dizer, a revolução se processou [...].” (AQUINO, 2006. p. 173-174).
Com base na leitura do texto e nos conhecimentos sobre o Iluminismo, pode-se afirmar que
o pensamento filosófico contido no movimento referido apresentava como princípios básicos, dentre outros, os seguintes:
Produto da ação humana ao longo do tempo, a organização espacial é um reflexo social, “conseqüência do trabalho e da divisão do trabalho”, conforme aponta Lefebvre. É o resultado do trabalho social que transforma diferencialmente a natureza primitiva, criando formas espaciais diversas sobre a superfície da Terra.
(CORRÊA, 1991, p. 67).
A partir da análise do texto e considerando-se a relação existente entre as ações humanas e a configuração do espaço social, pode-se concluir:
Na Idade Moderna, os intelectuais, sobrepujando a mentalidade medieval, criaram uma ideologia política típica do período, legitimando o absolutismo. Alguns, como Maquiavel, defendiam a teoria de que a política, representada pelo soberano, deveria atender ao “interesse nacional”. Outros, como Hobbes, partiam da concepção de um “contrato entre governados e Estado”. Vários foram os pensadores que se destacaram na teoria política do período absolutista.
(VICENTINO, 2003, p. 205).
A partir da análise do texto e dos conhecimentos sobre as diferentes modalidades assumidas pelo Estado, pode-se afirmar:
A partir da análise do mapa e dos conhecimentos sobre as formas de organização do trabalho escravo e do trabalho servil, que caracterizaram fases diferentes da história da humanidade, pode-se afirmar:
[As colônias] devem se constituir em retaguarda econômica da metrópole. Pois que a política mercantilista ia sendo praticada pelos vários estados modernos em desenfreada competição, necessário se fazia a reserva de certas áreas onde se pudesse por definição aplicar as normas de política econômica; as colônias garantiriam a auto-suficiência metropolitana, meta fundamental da política mercantilista, permitindo assim ao Estado colonizador vantajosamente competir com os demais concorrentes. (NOVAIS, 1995, p.19-20).
A análise do texto e os conhecimentos sobre a economia do Brasil Colonial permitem afirmar:
[...] O poder político na colônia estava descentralizado, situado nas unidades produtoras que iam surgindo. Toda a máquina governamental — muito precária, por sinal — aqui implantada visava aos interesses da classe proprietária de terras e de escravos, a classe dominante colonial. Essa classe estava voltada para as suas fazendas, que muitas vezes se estendiam por mais de um município — a divisão político-administrativa das capitanias. Seu poder e prestígio aparecia nas câmaras dos “homens bons”, isto é, donos de terras, milícia, clero. O mundo da cruz, que impunha com a espada sua civilização. (ALENCAR, 1996, p. 26).
Com base na análise do texto e nos conhecimentos sobre a relação público-privada na história do Brasil, pode-se afirmar:
Depois da Primeira Guerra Mundial, os Estados Unidos emergiram como a maior potência econômica do mundo, mas voltaram as costas para o exterior, retomando sua tradicional política isolacionista. Entretanto, com o fim da Segunda Guerra, esse país tornou-se também a maior potência militar do mundo, além de a única potência nuclear, e por isso seu papel no cenário internacional tornou-se preponderante. (KOSHIBA, 2005, p. 445).
A partir da leitura do texto e com base nos conhecimentos sobre a influência do imperialismo no Brasil e no mundo, do século XIX aos dias atuais, pode-se concluir:
o avançado padrão tecnológico com ênfase nas indústrias de base e nos pólos de informática já existentes no país.
Por trás das mudanças provocadas pela Revolução Industrial, estava a possibilidade de ampliação dos lucros. As invenções voltadas para a produção de mercadorias tinham uma intenção econômica definida. Além disso, as alterações introduzidas no processo produtivo refletiram-se em todas as instâncias da vida social. Do ponto de vista geográfico, intensificaram-se cada vez mais as relações entre territórios distantes, assim como intensificou-se o fenômeno da urbanização. (LUCCI, 1999, p. 15).
Tomando-se como base as informações do texto e os conhecimentos sobre as alterações sociais e econômicas ocorridas, no mundo, com o advento do capitalismo industrial, pode-se afirmar:
Mais de 40% de toda a energia consumida no planeta tem como origem o petróleo e seus derivados. Depender tanto de uma única fonte de energia é arriscado, ainda mais quando essa fonte não é renovável e já está próxima da escassez, além de ser altamente poluente. Nas décadas de 1970 e 1980, o preço do petróleo subiu por causa de conflitos entre os países produtores do Oriente Médio e os países desenvolvidos. Superada a fase aguda dos problemas, os preços baixaram. Agora, a alta dos preços é estrutural: o consumo aumentou e a disponibilidade não acompanhou.
(MATRIZ..., 2007, p. 155).
Considerando-se as informações do texto e os conhecimentos sobre petróleo — organização, oferta, preços, refino e problemas — no Brasil e no mundo, é correto afirmar:
Com base na ilustração e nos conhecimentos sobre a indústria no Nordeste brasileiro, particularmente no Estado da Bahia, é correto afirmar:
Aviões jogados contra arranhacéus. Bombas que explodem em trens de passageiros. Crianças mortas em meio a um tiroteio na escola. Essas cenas, que parecem tiradas de filmes-catástrofe, são tragicamente reais e refletem algumas das lutas políticas no mundo de hoje, em que se utiliza o terror contra o inimigo. O terrorismo é o grande fenômeno global deste início do século XXI, que simbolicamente começou com os atentados de 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos (EUA). (A VIDA à sombra..., 2005, p. 48).
Considerando-se as informações do texto e os conhecimentos sobre os principais conflitos étnicos, políticos e culturais no espaço mundial, pode-se afirmar:
A partir da análise do mapa e dos conhecimentos sobre densidade demográfica e grandes cidades, pode-se concluir:
O aquecimento da economia já provoca gargalos no setor de transporte e logística do país. Há aumentos superiores a 20% nos custos de fretes rodoviários, filas de meses nas montadoras para a compra de caminhões novos e perda de negócios por falhas na entrega de mercadorias no prazo.
(CANZIAN, 2007, p. B3).
Considerando-se o texto, a análise do gráfico e os conhecimentos sobre a precária infra-estrutura dos transportes, da logística e das redes informacionais no Brasil, pode-se concluir:
A partir da análise da ilustração e dos conhecimentos sobre a questão ambiental no planeta e, particularmente, no Brasil, pode-se afirmar:
Questão 26
A água é a fonte da vida e do desenvolvimento. Trata-se de um recurso estratégico por questão de segurança nacional e por seus valores sociais, econômicos e ecológicos. Esse bem natural é um patrimônio da humanidade que serve para tudo e para todos, sendo, portanto, um mineral que deve ser compartilhado com as gerações atuais e futuras que habitam nas bacias hidrográficas e suas fronteiras.
[...]
[...] a água é fator de produção e de proteção à saúde pública, sendo um
patrimônio do planeta essencial à vida humana, animal e vegetal pela alta
relevância ao desenvolvimento sustentável em benefício da sociedade. Sem
água não poderíamos conceber como seria a atmosfera, o clima, a vegetação, a
cultura ou a agricultura. Água com boa qualidade e suficiência gera riquezas e
propicia vida saudável. (MAIA NETO, 1977, p. 21-22).
A análise do texto e os conhecimentos sobre a água e sua importância como recurso natural para a vida do planeta permitem afirmar:
Questão 27 As formas do relevo devem ser vistas e entendidas como um dos vários componentes da natureza e, na perspectiva humana, como um recurso natural, pois as variações de tipos de formas favorecem ou dificultam os usos que as sociedades humanas fazem do relevo. [...] Isso significa dizer que, em uma determinada condição natural do relevo, solo e clima, sociedades humanas de hábitos tradicionais e mais simples organizam e produzem um determinado arranjo espacial e sobrevivem em condições de vida modestas. Nesse mesmo ambiente natural, uma outra sociedade, com hábitos mais sofisticados, com maior desenvolvimento tecnológico e com mais disponibilidade de recursos financeiros, desenvolve suas atividades econômicas de modo mais intenso e, conseqüentemente, define arranjos espaciais em território completamente diferente do primeiro grupo social. (ROSS, 2006, p. 62).
A leitura do texto e os conhecimentos sobre as formas de relevo e os processos de sua esculturação, com exemplos do Brasil e do mundo, permitem afirmar:
Com base no gráfico, nas ilustrações e nos conhecimentos sobre a Região Central do Brasil, a partir do ponto de vista bioclimático e ecológico-econômico, é correto afirmar:
QUESTÕES de 29 a 31 WORLD OF KNOWLEDGE From their student bodies to their research practices, universities are becoming more global.
As never before in their long history, universities have become instruments of national competition as well as instruments of peace. They are the locus of the scientific
5 – discoveries that move economies forward, and the primary means of educating the talent required to obtain and maintain competitive advantage. But, at the same time, the opening of national borders to the flow of goods,
10 – services, information and especially people has made universities a powerful force for global integration, mutual understanding and geopolitical stability. In response to the same forces that have
15 – propelled the world economy, universities have become more global: seeking students from around the world who represent the entire spectrum of cultures and values, sending their own students abroad to prepare them for global careers, offering courses of study that address the challenges of an interconnected world and
20 – collaborative research programs to advance science for the benefit of all humanity. Of the forces shaping higher education none is more sweeping than the movement across borders. Over the past three decades the number of students leaving home each year to study abroad has grown at an annual rate of 3.9 percent, from 800,000 in 1975 to 2.5 million in 2004. Most travel from one developed nation to another, but the flow from developing to
25 – developed countries is growing rapidly. The reverse flow, from developed to developing countries, is on the rise, too. Today foreign students earn 30 percent of the doctoral degrees awarded in the United States and 38 percent of those in the United Kingdom. And the number crossing borders for undergraduate study is growing as well [...]. In the United States, 20 percent of newly hired professors in science and engineering are foreign-born, and in China the vast
30 – majority of newly hired faculty at the top research universities received their graduate education abroad.
LEVIN, Richard. World of knowledge. Newsweek, New York, v. CXLVIII, n. 8/9, p. 43-45, Aug. 21/28, 2006. “sweeping” (l. 21) — abrangente. “earn” (l. 26) — v. to earn — conquistam (o diploma). “hired” (l. 29) — contratados.
Com base nas idéias contidas no texto, pode-se afirmar:
Questão 30
São fatores que, segundo o texto, contribuem para que as universidades se constituam forças poderosas para maior integração global e estabilidade geopolítica:
Questão 31
Em referência à linguagem do texto, é correto afirmar:
Universities are competing to attract the best, brightest and richest students.
Students who want to obtain their degrees abroad have never had more options. For decades, the best, brightest and richest typically chose between Oxford/Cambridge and America’s top universities. No longer. Recognizing the amount of money that foreign students bring, countries including New Zealand, South Africa, the Netherlands and
5 – Japan have begun increasing efforts to attract them. With visa restrictions and high fees creating obstacles for foreign students in America and Britain, other countries are reaching out. The Netherlands now teaches more than fifty percent of its master’s programs in English, and has increased recruitment efforts
10 – overseas. In New Zealand, the number of international students jumped from about four thousand in 1999 to more than twenty-one thousand in 2004, with the country earning an estimated $1.2 billion off them. Even Japan is reaching out to nonnative
15 – students. In 2004, Tokyo’s Waseda University launched the School of International Liberal Studies, where a quarter of the students are foreign and all classes are taught in English – except Japanese studies. Already three times more foreign students have applied than
20 – could matriculate. “This is one way for Japan’s higher education to become globally competitive,” says Dean Katsuichi Uchida. America and Britain are fighting to keep their share of the market. “Continental Europe used to see marketing education as dirty, but schools are starting to say,
25 – ‘We have to be more proactive to compete’,” says B. Wachter, director of the Academic Cooperation Association in Brussels. If they don’t go after foreign students, someone else will.
BROWNELL, Ginanne. Wanted foreigners. Newsweek, New York, v. CXLVIII, n. 8/9, p. 54, Aug. 21/28, 2006. Adaptado.
“visa” (l. 6) — visto (de passaportes). “fees” (l. 6) — taxas (de matrícula, exames, etc.). “launched” (l. 15) v. to launch — criou, inaugurou.
Com base na leitura do texto, é correto afirmar:
Questão 33
Constituem motivos que, de acordo com o texto, explicam a menor participação das universidades americanas e britânicas no mercado de alunos estrangeiros:
Questão 34
Quanto ao uso da linguagem no texto, é correto afirmar:
| FREQUENTLY ASKED QUESTIONS FOR FREE-ED.NET | |
|---|---|
| Q: How much do Free-Ed.Net courses cost? A: There is no charge for Free-Ed courses. Free-ed.net brings together the best courses, tutorials, and learning materials we can find on the Internet — including some we are developing ourselves. | |
| 5 – | Q: How long does it take to complete one of your courses? A: There is no fixed time for completing most of our courses. You work at your |
| own pace. | |
| 10 – | Q: What is the purpose of taking a Free-Ed.Net course if I can’t get a certificate of completion? A: Free-Ed is not intended to replace your formal education at a reputable degree-granting school. Rather, we are here to serve a number of other needs that cannot be handled economically, efficiently, or effectively by traditional schools. You can use Free-Ed courses to: |
| 15 – | • Review material you previously learned in school. • Prepare for job and school placement exams. • Extend your vocational skills. • Extend your understanding of theoretical material related to your work, hobby, or special interest. |
| 20 – | Q: Where do I get the books and other materials for a course? A: Everything you need is provided online. Naturally, you will have to buy some basic supplies (pencils, paper, etc.), but the learning resources are all provided on the Net. A few courses require you to read some popular novels or nonfiction books that are not yet available online. In those cases, you can get copies from your local library or bookstore. |
FREE education... Disponível em: <http://www.free-ed.net/free-ed/qLinks03Main.asp?iNum=3>. Acesso em: 15 dez. 2006.
A fim de obter educação através da Internet, o site “Free-Ed.Net” possibilita aos usuários algumas vantagens, indicadas nas proposições
| Culte de la minceur, | |
|---|---|
| glorification de la jeunesse et | |
| de la beauté, publicités puisant | |
| leur inspiration dans les codes | |
| 5 – | pornographiques…Aujourd’hui, |
| le miroir social renvoie à la | |
| femme une image irréelle. | |
| De New York à Madrid, le | |
| débat sur l’extrême maigreur de | |
| 10 – | certains mannequins fait rage. En |
| 2006, deux d’entre elles, Luisel | |
| Ramos et Ana Caroline Reston, | |
| sont mortes de dénutrition. En septembre dernier, Madrid a été la première capitale | |
| européenne à prendre des mesures en interdisant les mannequins ayant un indice de | |
| 15 – | masse corporelle inférieur à 18. Mais ni New York, ni Paris, ni Milan, ni Londres ne se |
| sont alignés. “On est tous d’accord pour dire que ce n’est pas un problème de | |
| réglementation mais d’information”, avait alors déclaré Didier Grumbach, président de | |
| la Fédération française de couture, “c’est au créateur de décider de quel type de | |
| mannequin il a besoin.” [...] Depuis, en Italie, un Manifeste anti-anorexie [...] est | |
| 20 – | entré en vigueur. [...] En France, Xavier Bertrand, alors ministre de la Santé, a mis en |
| place en février un groupe de travail dont on attend les résultats. | |
| Cet état des lieux ferait presque perdre le sourire à Florence Montreynaud, | |
| journaliste et présidente de La Meute [association féministe luttant contre la publicité | |
| sexiste]: “Ce groupe de travail ne donnera rien. Nous sommes aujourd’hui à un tournant | |
| 25 – | démocratique. Les propos de Didier Grumbach sont arriérés! L’Espagne et l’Italie, |
| deux pays réputés machistes, nous donnent l’exemple. Les troubles alimentaires sont | |
| là, on ne peut plus le nier”. Comment nier aussi que l’image actuelle du corps de la | |
| femme véhiculée dans les défilés, par la publicité ou les magazines féminins n’a pas | |
| quelque chose d’irréelle? “Nous nous trouverions toutes belles si nous n’avions pas | |
| 30 – | sous les yeux ce modèle-là. Les journalistes des magazines féminins me disent souvent |
| qu’elles sont féministes et féminines. Comme si être féministe signifiait ne pas être | |
| féminine”. | |
| [...] | |
En France, durant la campagne présidentielle, la marque Triumph a affiché une photo de jeune femme blonde en soutien-gorge et culotte sur 12 000 panneaux 35 – publicitaires, avec pour slogans: “Enfin une candidature bien soutenue!” ou “Avec
moi, pas d’abstention!”
Facile de flairer le danger pour les femmes qui, pour être belles, ne doivent pas grossir, pas vieillir, être désirables en toutes circonstances. Selon une étude OCHA/CSA, si 61,4% des françaises ont un poids normal au regard des normes
40 – médicales de corpulence, 14% seulement se sentent complices avec leur corps. Et les 86% autres? Derrière le désir d’être toujours plus légère, comment ne pas voir aussi une mauvaise estime de soi? Ainsi que le danger de sombrer dans les troubles alimentaires? “L’anorexie mentale est la nouvelle forme de dépression de la femme. Cette dernière n’est plus exprimée verbalement, mais rentrée” [...] explique Maurice
45 – Corcos, psychiatre à l’Institut mutualiste Montsouris (Paris). “Cette maladie éminemment occidentale concerne 9 femmes pour 1 homme. Mettre des anorexiques sur une estrade est une perversion pure et dure de la part des agences, des magazines, mais aussi des créateurs! Ces filles s’enfoncent et meurent.” Et Florence Montreynaud de conclure: Nous vivons sous la dictature de
50 – l’apparence. Nous avons tendance à oublier qu’il faut avant tout apprendre à nous connaître et à nous accepter telles que nous sommes.” Une invitation à passer de l’autre côté du miroir.
HAHN, Carine. Le miroir social: avilissant... Valeurs mutualistes: le magazine des adhérents MGEN, Paris, n. 249, mai-juin 2007. p. 12-13.
“minceur” (l. 1) — magreza.
“a mis en place” (l. 20-21) — instalou.
“puisant” (l. 3) — extraindo, buscando.
“nier” (l. 27) — negar.
“miroir” (l. 6) — espelho.
“fait rage” (l. 10) — atinge o auge. “culotte” (l. 34) — calcinha. “flairer” (l. 37) — pressentir.
Questão 29
De acordo com o texto, pode-se inferir:
Segundo Florence Montreynaud,
Questão 31
Em relação à linguagem do texto, é correto afirmar:
Questão 32
“Et les 86% autres?” (l. 40-41)
A partir da leitura do texto, pode-se inferir que respondem adequadamente à questão em destaque as seguintes proposições:
QUESTÕES de 33 a 35 CONFESSIONS D’UNE OUTRE-MANGEUSE COMPULSIVE
| “Je mange pour faire taire la voix dans ma tête, je mange | |||||||||||||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| pour ne pas hurler à la mort, je mange pour ne pas mourir, je | |||||||||||||||||||||||||
| mange pour mourir.” Un premier roman court mais insolite et | |||||||||||||||||||||||||
| grave pour Corinne Solliec, dans lequel elle aborde le cycle | |||||||||||||||||||||||||
| 5 – | infernal de | l’anorexie-boulimie, | un | des | troubles | les | plus | ||||||||||||||||||
| emblématiques du mal de vivre contemporain. Estelle, | 20 | ||||||||||||||||||||||||
| ans, | son | personnage | principal, | en souffre. Des pulsions | |||||||||||||||||||||
| irrésistibles l’amènent à se gaver de nourriture puis à se faire | |||||||||||||||||||||||||
| vomir. Son corps | ne | lui appartient plus. C’est son parcours | |||||||||||||||||||||||
| 10 – | mental et ses ressentis que Corinne Solliec nous fait entendre. | ||||||||||||||||||||||||
| La bataille qui se livre en elle. Du moment où Estelle accepte | |||||||||||||||||||||||||
| d’être traitée dans | une | clinique spécialisée à celui où elle | |||||||||||||||||||||||
| parvient à s’en sortir. Certains lecteurs n’y verront [...] pas | |||||||||||||||||||||||||
| d’intérêt | et | resteront | insensibles, | d’autres seront | mal | à | l’aise, d’autres encore y | ||||||||||||||||||
| 15 – | trouveront des propos essentiels | sur | le désir et l’amour, présentés tout en finesse. | ||||||||||||||||||||||
SOLLIEC, Corinne. Confessions d’une... Valeurs mutualistes: le magazine des adhérents MGEN, Paris,
n. 248, p. 34, mars-avril 2007.
“outre-mangeuse” (título) — comilona. “se gaver de nourriture” (l. 8) — comer excessivamente.“taire” (l. 1) — calar. “se livre” (l. 11) — se trava. “hurler” (l. 2) — gritar, urrar. “mal à l’aise” (l. 14) — constrangidos.
Questão 33
Com base na análise do texto, em relação ao comentário feito sobre o livro, pode-se concluir:
De acordo com o texto, os termos transcritos à esquerda que se referem às palavras ou às expressões indicadas à direita são os seguintes:
Questão 35
Quanto ao uso da linguagem, pode-se afirmar:
* * *
Imaginemos por un momento llegar a casa, abrir el grifo y que no haya agua. Dar al interruptor de la lámpara y que no se encienda la luz. Intentar ducharse y que
5 – el calentador no funcione por falta de gas. Subirse al coche por la mañana y que no arranque o encender el móvil y no poder llamar. Cualquiera de estos pequeños gestos puede amargarnos el día
10 – pues, a pesar de ser sólo meros detalles, son pequeños ejemplos que muestran lo acostumbrados que estamos a disponer de los suministros que hemos contratado, con los que contamos y que damos por hecho que no van a faltar. Al margen de que, al paso que vamos, suponer que no van a faltar ya es mucho
15 – suponer, a todo este elenco de servicios hay que añadir uno nuevo que empieza a convertirse en algo imprescindible para un sexto de la población mundial. Efectivamente: Internet. Como la telaraña que un día aparece en un rincón sin apenas darnos cuenta, inevitablemente la Red extiende sus hilitos por el planeta conectando Sydney con Canadá, Tokio con São Paulo, Johannesburgo con Finlandia; entrelazando
20 – vidas, historias, cartas electrónicas y formas de vida. Mientras, habitantes de todo el mundo desconectados reclaman el acceso a las autopistas de la información como un nuevo derecho universal. Encender cada día el ordenador y poder conectar con todo el mundo a través de Internet, para muchos es ya algo tan habitual como abrir el grifo de casa y que
25 – salga agua. Pero, lamentablemente, ni todo el mundo tiene acceso al agua ni todo el mundo tiene acceso a Internet. Precisamente uno de los argumentos negativos mayormente esgrimidos contra la Red es la llamada brecha digital, esa invisible pero contundente línea que separa a los conectados de los que no lo están. La lucha por el control técnico de Internet es importante, pues el hecho de que
30 – EE.UU. pueden cerrar el grifo cuando les venga en gana, puede hacer realmente complejo
que el acceso a la información sea universal. Pero tan importante como construir autopistas o vehículos y matricularlos, es también que la gente aprenda a conducir, que sepa a dónde dirigirse y que pueda tener gasolina para llegar al destino fijado. Hasta que la ósmosis social no muestre su capacidad para transformar en algo positivo 35 – la permeabilidad de la información en el sistema, resulta difícil hablar de mejoras para la humanidad en su conjunto. Para que las personas puedan bregar con el complejo entramado actual que la información supone, es necesario pasar por el escalón previo del criterio y eso es algo que, lamentablemente, no se adquiere ni en el súper ni en la farmacia. Tan importante como el gobierno de Internet y el derecho al acceso para los
40 – desconectados, resulta la defensa del derecho a la libertad de expresión o el derecho a una alfabetización digital, aún inexistente para muchos conectados.
Difícilmente se podrá convertir la información en esa supuesta moneda de cambio por excelencia del siglo XXI que es el conocimiento, si resulta redundante o fútil, si no se comprende, si no es accesible o si, una vez logrados los estadios
45 – anteriores, no sabemos procesarla en nuestro haber cultural. Mientras los individuos no sean capaces de buscar, seleccionar, elegir y decidir qué información es relevante para su educación o para poder formarse un criterio, no habrá un verdadero avance social. Los organismos tienen por delante un importante reto: facilitar a los individuos el acceso. Pero como corolario lógico, han de proponer un buen aprendizaje educativo
50 – que ayude a conseguir el capital intelectual que la Nueva Sociedad requiere. Como decía Lao Tze: “un viaje de mil leguas empieza por un primer paso”.
CASTAÑEDA, Javier. Internet. La Vanguardia Digital. Barcelona, 24 nov. 2005. Disponível em: <http://www.lavanguardia.es/patologiasurbanas/index.html>. Acesso em: 4 jul. 2007. Adaptado.
Questão 29
Indicam informações contidas no texto as seguintes proposições:
A partir da leitura do texto, pode-se concluir que a internet
Questão 31
Em relação à linguagem do texto, é correto afirmar:
Questão 32
Sobre os termos e/ou expressões transcritos do texto é verdadeiro o que se afirma nas proposições
FORGES. Disponível em: <http:www.sangrefria.com/forges.html>. Acesso em: 4 jul. 2007. Adaptado.
Questão 33
A partir da análise da vinheta, podem ser inferidas as seguintes afirmações:
Sobre a linguagem utilizada na vinheta, pode-se afirmar:
Questão 35
“Los ordenadores son inútiles. Sólo pueden darte respuestas.” Pablo Ruiz Picasso
Disponível em: picassomio.com/discover/citasdearte/pablopicassoquotes/es/. Acesso em: 7 jul. 2007. “ordenadores” — computadores.
A análise da frase de Picasso permite fazer as seguintes inferências:
* * *
ALENCAR, F.; RAMALHO, L. C.; RIBEIRO, M. V. T. História da sociedade brasileira.
13. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1996. AQUINO, R. S. L. de et al. História das sociedades: das sociedades modernas às sociedades atuais. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2006. A VIDA à sombra do terror. Atualidades Vestibular 2005. São Paulo: Abril, 2005. CANZIAN, F. Empresas nacionais vivem “apagão” logístico. Folha de S. Paulo, São Paulo, 3 jun. 2007. Dinheiro. CORRÊA, R. L. Região e organização espacial. 4. ed. São Paulo: Ática, 1991. KOSHIBA, L. História: origens, estruturas e processos: ensino médio. São Paulo: Atual, 2000. LARAIA, R. de B. Cultura: um conceito antropológico. 12. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999. LUCCI, E. A. Geografia: o homem no espaço global. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 1999. MAIA NETO, R. F. Água para o desenvolvimento sustentável. A Água em Revista: revista técnica e informativa da CPRM: Serviço Geológico do Brasil. Belo Horizonte, ano V, n. 9, nov. 1997. MATRIZ energética. Atualidades Vestibular 2007. São Paulo: Abril, 2007. NOVAIS, F. A. Estrutura e dinâmica do antigo sistema colonial: séculos XVI - XVIII.
6. ed. São Paulo: Brasiliense, 1995. ROSS, J. L. S. Ecogeografia do Brasil: subsídios para planejamento ambiental. São Paulo: Oficina de Textos, 2006. VICENTINO, C. História geral: ensino médio. São Paulo: Scipione, 2003. (Coleção Novos Tempos).
ALMEIDA, L. M. A. de; RIGOLIN, T. B. Fronteiras da globalização: geografia geral e do Brasil. São Paulo: Ática, 2004. p. 83. (Questão 28). CANZIAN, F. Avaliação das rodovias brasileiras. Folha de S. Paulo, São Paulo, 3 jun. 2007. Dinheiro. p. B3. (Questão 24). LUCCI, E. A. Território e sociedade no mundo globalizado. São Paulo: Saraiva, 2006.
p. 492. (Questão 25). ____.____. p. 534. (Questão 28). MOREIRA, I. O espaço geográfico: geografia geral e do Brasil. 38. ed. São Paulo: Ática, 1998. p. 438. (Questão 28). OLIVEIRA, A. O Pólo Petroquímico de Camaçari: industrialização, crescimento econômico e desenvolvimento regional. 2006. 344p. Tese (Doutorado em Geografia) — Universidade Salvador — UNIFACS, Salvador, p. 62. (Questão 21). PIFFER, O. Geocontexto: geografia para o ensino médio. São Paulo: IBEP, 2005. p. 55. Adaptada. (Questão 23).
***