1 Escreva seu Número de Inscrição neste retângulo:
2 Confira se este Caderno contém 30 questões de múltipla escolha, assim distribuídas: 01 a 15 �PORTUGUÊS−LITERATURA; 16 a 30 �FRANCÊS.
3 Se o Caderno estiver incompleto ou contiver imperfeição gráfica que prejudique a leitura, peça imediatamente ao Fiscal que o substitua.
4 Cada questão apresenta quatro opções de resposta, das quais só uma é correta.
5 Interpretar as questões faz parte da avaliação; portanto, não adianta pedir esclarecimentos aos Fiscais.
6 Use exclusivamente a caneta que o Fiscal lhe entregou quando preencher a Folha de Respostas, fizer rascunhos, etc.
7 Utilize qualquer espaço deste Caderno para rascunhos e não destaque nenhuma folha.
O tempo máximo de que você dispõe para responder às questões 8 (incluindo as discursivas) e preencher a Folha de Respostas são quatro horas e meia.
9 O preenchimento da Folha de Respostas é de sua inteira responsabilidade.
Antes de retirar-se definitivamente da sala, devolva ao Fiscal a Folha de 10 Respostas, os dois Cadernos de questões e a caneta.
Português-Literatura 01 a 15
“O esforço da vida humana, desde o vagido(*) do berço até o movimento do enfermo, no leito de agonia, buscando uma posição mais cômoda para morrer, é a seleção do agradável.”
POMPÉIA, Raul. O Ateneu. Rio – São Paulo – Fortaleza: ABC Editora, 2006. p. 91.
(*)
choro de criança recém-nascida
o movimento do enfermo, buscando, no leito de agonia, uma posição mais cômoda para morrer.
B) O esforço da vida humana, desde o vagido do berço, buscando, no leito de agonia, uma posição mais cômoda para morrer, é a seleção do agradável, até o movimento do enfermo.
C) Desde o vagido do berço até o movimento do enfermo, buscando uma posição mais cômoda para morrer, o esforço da vida humana é, no leito de agonia, a seleção do agradável.
D) Desde o vagido do berço, o esforço da vida humana, buscando uma posição mais cômoda para morrer no leito, de agonia, é a seleção do agradável, até o movimento do enfermo.
O fragmento textual abaixo servirá de referência para as questões 04, 05, 06, 07, 08 e 09.
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LIMA BARRETO, Afonso Henriques de. Os Bruzundangas. Rio – São Paulo – Fortaleza: ABC Editora, 2005. p. 33.
(1) em abundância (2) donos de mercearia
“As obras que a República manda editar [...], logo que são impressas [...], distribuem-se [...] por quem as queira.”
Observando-se o registro culto da língua e a coerência temporal, a conversão desse presente em passado levaria as formas verbais, respectivamente, às seguintes flexões:
A) tinha mando – eram imprimidas – distribuíram-se – queria B) mandou – foram impressas – eram distribuídas – quis C) mandava – eram impressas – distribuíam-se – quisesse D) havia mandado – foram imprimidas – foram distribuídas – quisera
10. Quanto à periodização literária, a obra
A) alinha-se com o romance moderno devido à indeterminação de fronteiras entre o plano da subjetividade e os conteúdos da realidade.
B) ultrapassa o âmbito do romance realista, pois o narrador envolve-se emocionalmente com a matéria narrada.
C) aproxima-se do romance naturalista, pois o narrador descreve objetivamente uma experiência de vida da qual não participa.
D) exemplifica o romance romântico devido ao tom de confidência com que trata os conteúdos da realidade.
A) reflexo dos padrões sociais brasileiros do século XIX.
B) local de formação das lideranças para o país republicano.
C) modelo pedagógico ideal, representado na figura do diretor.
D) espaço que prolonga o mundo acolhedor da família.
13. Nos poemas de O arado, Zila Mamede aborda sua infância no sertão do Rio Grande do Norte. Para representar esse universo, o eu-lírico vale-se
A) de imagens bucólicas a fim de compor as paisagens do campo e da vida infantil, fazendo-as perpetuarem-se na memória.
B) da presença predominante de sonetos a fim de sugerir, como forma fixa poética, a visão imutável que a criança possui de seu mundo.
C) de cenas melancólicas a fim de indicar um panorama poético que tende a refletir a ordem estática daquele mundo infantil.
D) do uso sistemático de versos brancos a fim de apontar, entre outros aspectos, a aridez do sertão e o desregramento próprio da criança.
14. Os Bruzundangas, obra pré-modernista de Lima Barreto, é uma criação ficcional de
caráter satírico. Assinale, entre as opções abaixo, a que corresponde a uma leitura correta da obra.
A) A literatura produzida no país dos bruzundangas é apontada como um exemplo a ser seguido, pois, quanto mais incompreensível for a obra, mais admirado será o autor.
B) O narrador preocupa-se com o destino e os conflitos interiores dos personagens, porque não há entre estes independência de espírito e liberdade de pensamento.
C) Ao criticar as caduquices das oligarquias e as desigualdades sociais dos bruzundangas, o autor pretende denunciar tais costumes e hábitos para que nos sirvam de ensinamento.
D) Ao enaltecer a visão provinciana da classe governante, o narrador discorda de que tal visão provenha do culto ao dinheiro.
15. O conto O homem que espalhou o deserto, de Ignácio de Loyola Brandão, focaliza
um personagem em diferentes fases de sua vida. Assinale a opção em que haja correspondência entre a fase abordada e a(s) ação(ões) narrada(s) no texto.
A) Quando idoso, seu único prazer era afiar e polir tesouras para cortar cada vez mais folhas.
B) Quando menino, a mãe preferia que ele ficasse brincando na calçada com seu caminhão de madeira.
C) Quando jovem, derrubou o abacateiro com alguns golpes, limpou o quintal e depois descansou.
D) Quando adulto, ensinava a profissão ao próprio filho enquanto as árvores eram plantadas por ordem dos especialistas.
DÉVELOPPER LE HAUT DÉBIT ET POUVOIR S’INSTALLER LÀ OÙ ON NE S’INSTALLAIT PLUS.
On peut rêver d'une France qui fait revivre ses villages, même les 3 plus isolés, accueille et accompagne les entreprises en les aidant à croître. On peut aussi, 6 comme France Télécom, agir pour que cela devienne une réalité. Cela signifie, non seulement de 9 donner aux entreprises des chances de ne pas quitter ces zones, mais aussi des raisons 12 nouvelles de s'y implanter. Par exemple, leur proposer un accès aux moyens de communication 15 identique à celui des zones
urbaines. Quand France Télécom s'est engagée dans le « Plan Haut Débit pour Tous » en
18 septembre 2004, son objectif était d'équiper l'ensemble du territoire jusqu’à fin 2006. Le Haut Débit est déjà accessible pour 96% de la population française en début 2006 et le sera à 98% à la fin de l’année.
21 Pour que cette dynamique se poursuive partout, notamment dans les régions qui en ont le plus besoin, France Télécom ne cesse d'investir et de déployer de nouvelles solutions en partenariat avec les collectivités territoriales.
24 C'est mieux quand l'innovation technologique n'oublie personne en route.
Marianne N°469. Hebdomadaire du 15 au 21 avril 2006. p.7 [T exto adaptado]
16. Segundo o texto, é desejável que a França seja capaz de
A) liderar o setor de pesquisas em tecnologia de ponta.
B) incentivar o crescimento empresarial no interior do país.
C) ampliar as conexões telefônicas nos centros urbanos.
D) privatizar o ramo empresarial das telecomunicações.
17. O plano proposto, em 2004, pela France Télécom visava
A) modernizar os serviços de telecomunicações nas zonas urbanas francesas.
B) garantir um serviço de telecomunicações por Banda Larga em todo o território francês.
C) atender solicitações dos empresários franceses do setor de telecomunicações.
D) estender a tecnologia francesa de telecomunicações por Banda Larga a outros países.
C) A inovação tecnológica não melhora o trânsito das estradas rurais. D) É melhor quando a inovação tecnológica mostra o caminho.
« Depuis un peu plus de deux ans, je suis membre de Hospitality Club1, une communauté qui s'est créée sur Internet avec I'envie de promouvoir une autre manière de voyager. L'idée est d'être accueilli chez I'habitant, et d'offrir en échange son sofa aux voyageurs de passage. Ce qui m'a plu dès le départ, c'est cette valorisation de Ia rencontre, cette promesse d'un monde sans frontières... Sur le site, je choisis mes destinations en fonction des gens. Ce sont eux, mes hôtes, que je vais voir avant d'aller voir des monuments ou des lieux. Pour s'inscrire, chacun fournit sa photo et un petit résumé de ses centres d'intérêt. Certaines précautions techniques permettent d'écarter les personnes malintentionnées. Le membre le plus âgé est une femme de 95 ans! Moi, j'aime aller voir d'autres étudiants en architecture comme moi ou, au contraire, des gens qui ont des activités très différentes des miennes. J'ai été accueilli en Scandinavie, en Pologne, dans les pays baltes. Depuis I'ouverture de l'Union à dix nouveaux Etats membres, d'autres jeunes en profitent pour venir en France. Ici, en France, j'avais envie de vivre avec des gens qui partageaient le même goût du brassage culturel, alors j'ai lancé I'idée sur le site et j'ai trouvé des colocataires membres du club. Les uns sont français, les autres sont venus étudier à Paris, ça parle toutes les langues! Nous avons chacun notre chambre, et un sofa qui change chaque semaine d'occupant : des Hollandais, un Indien, une Japonaise... »
1. www.hospitalityclub.org
Psychologies N°251. Avril 2006. p.110 [texto adaptado]
C) fazer intercâmbio com estudantes de línguas. D) dividir um apartamento com ele em Paris.