LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA – QUESTÕES DE 01 A 30
O fragmento abaixo (Texto I) foi selecionado do texto “Mulheres no cárcere e a terapia do aplauso”, de Bárbara Santos. Leiao para responder às questões de 01 a 09. A leitura desse fragmento será também posteriormente retomada em questão comparativa com os Textos 2 e 3 desta prova.
Texto 1 Mulheres no cárcere e a terapia do aplauso
(por Bárbara Santos)
§1 Elas estão no cárcere. O cárcere não está preparado para elas. Idealizado para o macho, o cárcere não leva em consideração as especificidades da fêmea. Faltam absorventes. Não existem creches. Excluemse afetividades. Celas apertadas para mulheres que convivem com a superposição de TPMs, ansiedades, alegrias e depressões.
§2 A distância da família e a falta de recursos fazem com que mulheres fiquem sem ver suas crianças. Crianças privadas do direito fundamental de estar com suas mães. Crianças que perdem o contato com as mães para não crescerem no cárcere.
§3 Uma presa, em Garanhuns, Pernambuco, luta para recuperar a guarda de sua criança, que foi encaminhada para adoção por ela não ter familiares próximos. Uma criança com cerca de 2 anos de idade, em Teresina, Piauí, nasceu e vive no cárcere, não fala e pouco sorri, a mãe tem pavor de perdêla para a adoção, sua família é de Minas Gerais.
§4 Essas mulheres são vítimas do machismo, da necessidade econômica e do desejo de consumir. São flagradas nas portas dos presídios com drogas para os companheiros; são seduzidas por traficantes que se especializaram em abordar mulheres chefes de família com dificuldades econômicas; também são vaidosas e, apesar de pobres, querem consumir o que a televisão ordena que é bom.
§5 Um tratamento ofensivo as afeta emocionalmente. A tristeza facilmente se transforma em fúria. Muitas escondem de suas crianças que estão presas. Sentem vergonha da condição de presas. Na maioria dos casos, estão convencidas de que são culpadas e que merecem o castigo recebido. Choram, gritam e se comovem. O cárcere é despreparado e pequeno demais para comportar a complexidade das mulheres.
§6 Apesar do aumento do número de mulheres presas no Brasil, especialmente nas rotas do tráfico, o sistema penitenciário não se prepara nem para as receber, nem para as ressocializar. Faltam presídios femininos, assim como capacitação específica para servidores penitenciários que trabalham com mulheres no cárcere.
§7 Falta estrutura que considere a maternidade e que garanta os direitos fundamentais das crianças.
§8 Assim como na sociedade, no cárcere o espaço da mulher ainda é precário. O sistema é masculino na sua concepção e essência. Em cidades como Caicó, Rio Grande do Norte, não existe penitenciária feminina. As mulheres presas são alojadas numa área improvisada dentro da unidade masculina. Em Mossoró, no mesmo Estado, mulheres presas, ainda sem sentença, aguardam julgamento numa área minúscula dentro da cadeia pública masculina. A presença improvisada das mulheres cria problemas legais e acarreta insegurança para servidores penitenciários quanto à garantia da segurança geral e da integridade física das mulheres.
(Bárbara Santos é coordenadora nacional do projeto Teatro do Oprimido nas Prisões, desenvolvido pelo Centro de
| Teatro | do | Oprimido, em | parceria com | o Departamento | Penitenciário | Nacional, | do | Ministério | da | Justiça. |
| www.ctorio. | org.br) | |||||||||
| (Disponível em: http:// www.carosamigos.terra.com.br. Acesso em: 07 ago. 2006.) | ||||||||||
Das alternativas abaixo, assinale aquela que NÃO comprova a assertiva feita pelo autor do texto:
a) A pressão do índice de audiência leva a televisão a impor certos comportamentos à população. b) O peso da economia exerce influência sobre padrões específicos de conduta social. c) As publicidades televisivas, por exemplo, instigam as pessoas a consumirem produtos e sonhos. d) A função da mídia televisiva é apenas informar a sociedade dos acontecimentos em geral. e) A mídia televisiva é considerada hoje uma espécie de quarto poder.
No trecho acima, o pronome “la”, em destaque, está relacionado a “uma criança com cerca de 2 anos de idade” por um processo de:
a) concordância verbal em número. b) colocação pronominal. c) regência nominal. d) referenciação. e) concordância verbal em pessoa.
06. “Apesar do aumento do número de mulheres presas no Brasil, especialmente nas rotas do tráfico, o sistema penitenciário não se prepara nem para as receber, nem para as ressocializar.” (§ 6)
Os termos “Apesar do” e “nem [...] nem”, neste fragmento, estabelecem relações lógicosemânticas respectivamente de:
a) concessão e adição. b) condição e contraste. c) concessão e alternância. d) contraste e exclusão. e) concessão e conclusão.
07. “Essas mulheres são vítimas do machismo, da necessidade econômica e do desejo de consumir.” (§ 4)
O termo “essas mulheres” se refere às:
a) presidiárias que se envolvem apenas com as questões do tráfico de drogas. b) presidiárias que se sentem constrangidas de não terem absorventes higiênicos. c) mães adotivas que se encontram em situação de cárcere. d) mães que perdem contato com os familiares próximos, especificamente os de Minas Gerais. e) encarceradas que convivem com a falta de estrutura que lhes garanta os direitos à maternidade.
08. “Excluemse afetividades.” (§ 1)
A partir do fragmento acima, e de acordo com a normapadrão, atribua V para as afirmativas verdadeiras e F para a(s) falsa(s):
| ( | ) O agente responsável pela exclusão das afetividades não foi explicitado. |
| ( | ) “Afetividades são excluídas” é uma reescrita possível. |
| ( | ) O fragmento é um exemplo de voz passiva analítica. |
| ( | ) Em “Não existem creches”, o termo “creches” exerce a mesma função sintática que “afetividades”. |
A seqüência CORRETA é:
a) V, V, V, F. b) V, F, V, F. c) V, V, F, V. d) F, F, V, V. e) F, V, F, V.
Leia o texto abaixo:
Texto 2
09. O objetivo comunicativo do texto é:
a) defender a tese de que há um tipo de mulher ousada e independente que não se enquadra no estilo
contemporâneo feminino. b) persuadir o leitor a rejeitar qualquer tipo de imitação barata e desonesta. c) debater sobre as questões referentes a raça e etnia. d) incitar o leitor a consumir um produto que contenha as mesmas singularidades requeridas por ele. e) promover um produto, através de elementos atributivos, para um públicoalvo específico.
10. Levando em conta o texto, é INCORRETO afirmar que:
a) o anúncio mescla tanto características advindas da construção do gênero publicitário quanto
singularidades do que seja um texto dicionarizado. b) o anúncio traz uma seqüência de informações que não permite uma leitura contínua. c) o anúncio é um conjunto de informações e qualificações independentes sobre um determinado assunto. d) as informações, no tipo de texto dicionarizado, não podem ser trocadas de lugar porque prejudicam a
compreensão textual. e) o conjunto de atributos sobre a “mulher tupperware” não passa de uma estratégia discursiva empregada para promover o produto.
Assinale a alternativa em que o conectivo “e”, em destaque, tem o mesmo valor lógicosemântico que no fragmento acima:
a) Acordou tarde e perdeu a hora estabelecida para a entrevista. b) Bomba de efeito moral assusta e não fere. c) Costumava mentir a idade e entrar na boate. d) Roubou remédio para a filha e foi preso. e) A nave viaja no interior da terra e traz notícias de lá.
13. “Que é ousada e audaciosa.” “Sintonizada com o seu tempo.”
Nos fragmentos acima, é CORRETO afirmar que os elementos em destaque:
a) formam palavras compostas. b) são formas livres. c) são formas invariáveis. d) estão ligados a uma base verbal. e) têm diferente valor semântico.
Leia o texto abaixo:
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45 Texto 3
Economista da Universidade Federal Fluminense e, atualmente, secretáriaadjunta da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência no Rio de Janeiro, Hildete Pereira de Melo se dedica a estudar a participação da mulher no mercado de trabalho. Suas pesquisas mostram que, nos últimos anos, houve um aumento significativo da participação feminina na produção científica nacional: elas já são maioria nos cursos de graduação (66% dos formandos que fizeram o provão em 2002) e no mestrado (52,1% das bolsas concedidas pelo CNPq foram para mulheres). No doutorado, no entanto, a situação se inverte. Para Hildete, é preciso aumentar ainda mais o número de mulheres cientistas, para que a ciência no Brasil tenha um rosto
| masculino e feminino, como o da população. | ||
| Ciência mais feminina | ||
| Por Roberta Jansen | ||
| Existe discriminação contra a mulher na | femininas, como letras, os cargos mais elevados | |
| ciência? | são dos homens. Nas universidades, por | |
| Hildete Pereira de Melo: Não é bem | exemplo, o número de professoras é praticamente | |
| discriminação. O problema é que as ciências, | 50 | igual ao de professores. Mas o número de reitoras |
| sobretudo as exatas, diferenciamse muito do | é ínfimo. Isso reflete a escolaridade mais tardia | |
| que a sociedade definiu como atributos | das mulheres. O poder ainda é masculino. | |
| femininos. Por isso, mesmo já sendo mais | ||
| escolarizadas, as mulheres se dirigem | Mas a julgar pelos números, a feminilização | |
| maciçamente para carreiras mais próximas dos | mais ampla da ciência seria apenas uma | |
| chamados atributos femininos, caso das ciências | 55 | questão de tempo, não? |
| humanas e sociais. O problema é que as | Hildete: Sim, a geração que virá provavelmente | |
| mulheres estão muito longe do poder no sistema | será um pouco melhor nessa questão. As | |
| científico e tecnológico. | mulheres hoje já são maioria nas bolsas de | |
| iniciação científica. Até nas engenharias tem | ||
| Na sua avaliação, isso ocorre mais no Brasil, | 60 | crescido o número de meninas. É promissor. |
| por ser um país machista? | Aparentemente, num futuro não muito remoto, a | |
| Hildete: Não, no caso da ciência acho que é | ciência terá um rosto feminino e um masculino, | |
| igual. As academias do mundo todo são | como a população. Não será como hoje, um | |
| masculinas. Eu diria que isso é um reflexo do | reduto masculino. Os estudos mostram que há | |
| estereótipo feminino, que não é uma coisa | 65 | uma mudança em curso, mas ela é mais lenta do |
| específica do Brasil, mas da sociedade | que as transformações da mulher na sociedade. | |
| ocidental. Ela é calcada no mito grego de | ||
| Pandora ou no de Eva, os mitos fundadores da | Recentemente, o diretor da Universidade de | |
| inferioridade feminina, que corroboram a | Harvard causou polêmica ao falar de aptidões | |
| inferioridade feminina. | femininas para determinadas áreas. Agora a | |
| 70 | senhora falou em atributos femininos definidos | |
| Seu estudo mostra, no entanto, que as | pela sociedade. Existiria algo como uma aptidão | |
| mulheres já são maioria nos cursos de | biológica ou tudo isso é preconceito? | |
| graduação e mestrado. Por que não | Hildete: Não acredito em aptidões naturais do sexo. | |
| chegaram ainda a ocupar posições mais | Atributos são papéis culturais construídos. Veja, as | |
| importantes? | 75 | pessoas são diferentes, mas os papéis femininos e |
| Hildete: Na década de 90, elas aproveitaram | masculinos são construções sociais. Como as | |
| mais os avanços do sistema de graduação e | mulheres sempre cuidaram das crianças, dos | |
| pósgraduação. Mas quando avaliamos os | doentes e dos velhos, a primeira atividade delas fora | |
| quadros do Conselho Nacional de Pesquisa ou | de casa foi a de professora porque educar seria | |
| do Conselho de Desenvolvimento Científico e | 80 | uma extensão do papel feminino. Por isso, é |
| Tecnológico, por exemplo, em que a idade | importante realçar as mulheres na ciência, dar | |
| média é de quarenta e poucos, 50 anos, | exemplos fortes, quebrar estereótipos, mostrar que | |
| constatamos que são maciçamente ocupados | todas podem. | |
| por homens. Mesmo nas carreiras tipicamente |
| 85 | A senhora acha que | a | escola ainda reforça | preconceituosa de atributo por sexo. As pessoas | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| esses antigos estereótipos femininos? | têm | qualidades | e | defeitos, de | acordo | com | sua | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Hildete: Acho que sim. É preciso formular uma | 100 personalidade, | não | com | seu | sexo. | As | coisas | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| política | mais | explícita | para | as | professoras | no | avançaram, | claro, | mas | essas | idéias | não | foram | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| préescolar, | para | que | se | impeça | que | elas | ainda totalmente desfeitas. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 90 | definam papéis: isso é coisa de menino, isso é | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| coisa | de | menina. | Para | que | não | mostrem | a | A | senhora | ainda | identifica | áreas | da | ciência | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| matemática | como | uma | ciência | com | a | qual | as | como redutos fechados a mulheres? | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| mulheres têm dificuldades. Temos que quebrar | 105 Hildete: A física é | a | carreira mais fechada. As | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| essa | visão | estereotipada, | acabar | com | o | ciências agrárias | e | as | engenharias também são | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 95 | estereótipo | da | fragilidade | e | fornecer | modelos | bem fechadas. Só a engenharia química tem uma | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| positivos para as | meninas. Precisamos evitar | a | participação | feminina | maior. | Nas | ciências | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| educação diferenciada, romper | com | essa | idéia | biológicas a participação feminina avançou muito. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| • | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| (Revista O Globo. 31 jul. 2005.) | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
14. Das alternativas abaixo, aquela que traduz a idéia geral do texto é:
a) Divulgação de dados estatísticos sobre a participação feminina na produção científica nacional. b) Valorização do espaço masculino na pesquisa científica brasileira. c) Ratificação de que é preciso aumentar ainda mais o número de mulheres na pesquisa científico
tecnológica. d) Crítica à polêmica gerada pelo diretor da Universidade de Harvard, ao falar sobre as aptidões femininas para determinadas áreas. e) Valorização do papel da professora que leciona no préescolar.
Dos argumentos abaixo, assinale aquele que NÃO foi usado por Hildete Pereira de Melo para reforçar essa afirmação:
a) As estudantes do sexo feminino já são maioria nas bolsas de iniciação científica. b) A geração de mulheres que está se formando é bastante promissora. c) 66% dos formandos que fizeram o provão em 2002 são mulheres. d) A academia é um reduto fundamentalmente masculino. e) A procura por carreiras tipicamente masculinas, como engenharia, tem crescido.
17. “O poder ainda é masculino.” (linha 52)
Com base na leitura do texto, o fragmento acima permite inferir que:
a) as mulheres podem alcançar cargos de destaque nas ciências. b) os homens estão perdendo a hegemonia nos altos postos da academia. c) a entrevistada, apesar de mulher, é destaque em sua área. d) as mulheres, no que diz respeito às ciências, já estiveram no poder. e) Hildete de Melo quer destacar a participação maciça das mulheres nas ciências.
18. “Sim, a geração que virá provavelmente será um pouco melhor nessa questão. As mulheres hoje já são maioria nas bolsas de iniciação científica. Até nas engenharias tem crescido o número de meninas. É promissor. Aparentemente, num futuro não muito remoto, a ciência terá um rosto feminino e um masculino, como a população.” (linhas 5663)
Dos comentários relativos ao fragmento acima, assinale o INCORRETO:
a) A expressão nessa questão está se referindo ao processo de feminilização da ciência. b) Os termos hoje e já estão pressupondo uma mudança temporal acerca do espaço feminino na pesquisa. c) O termo até tem valor semântico de inclusão. d) A informação é promissor está fazendo referência ao aumento significativo da mulher na ciência. e) O termo aparentemente pode ser substituído por “salvo” sem que haja mudança de sentido.
19. “As coisas avançaram, claro, mas essas idéias não foram ainda totalmente desfeitas.” (linhas 100102)
“Não é bem discriminação. O problema é que as ciências, sobretudo as exatas, diferenciamse muito do que a sociedade definiu como atributos femininos.” (linhas 1115)
Considere as afirmativas referentes aos fragmentos acima:
I. No contexto, essas idéias referese à idéia preconceituosa de atributo por sexo.
II. O termo mas ratificado pelo uso do não indica valor lógicosemântico de refutação.
III. Os termos ainda e totalmente juntos pressupõem que os preconceitos relativos à condição feminina nunca serão minimizados.
IV. O termo bem pode ser substituído por “formalmente”, sem que haja perda substancial de sentido.
Está CORRETO o que se afirma em:
a) I e IV, apenas. b) I e II, apenas. c) II e III, apenas. d) III e IV, apenas. e)I, II, III e IV.
20. Considere as afirmativas abaixo, referentes a comparações entre os textos 1, 2 e 3:
I. Assim como o cárcere não está preparado para as mulheres, a ciência também não está.
II. A mulher cárcere assim como a mulher cientista são exemplos dos debates acerca do espaço da mulher na sociedade.
III. Tanto a mulher Tupperware quanto a mulher cientista se caracterizam como ousadas, práticas e contemporâneas.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
a) I, III e V. b) II, IV e V. c) I, II e III. d) II, III e IV. e) I e IV.